ele, meu.


Já falta tão pouco, tão pouco para te ver, abraçar, chorar e até gritar. Gritar até ficar sem folgo, mas apenas gritos de alegria. Voltar a sentir-te nos meus braços, eu e tu, juntos novamente. É deveras um sonho. Daqui a pouco, poderei dizer que se há tornado realidade. Entre tantos outros, este, é definitivamente o maior de todos eles, e o que tenho a certeza que irá realizar. Quero sentir o teu sorriso, o teu olhar. Quero ver a palavra «afilhada» a sair da tua boca, sentimentalmente. Poder dizer-te que tive saudades tuas e pedir-te novamente que não voltes a partir. Por mim, por todos nós. Sem ti muda tudo. Nada funciona, nada bate certo. És tu e não sei o que dizer. Perco as palavras. Fugiram com medo que tu o faças. Lembro-me de todos, sem tirar nem por, todos os nossos momentos, abraços, lágrimas, sorrisos, olhares. Sei que pode até não haver palavras, basta trocarmos olhares que, nós e apenas nós, conseguimos interpretar como ninguém. Por isto, e milhares, milhares, de emoções, sentimentos, acções, eu sinto a tua falta mais que ninguém. A palavra amo-te nunca foi tão bem entregue como a ti. És, és meu e ponto final.